Sapato 43

Associação Cultural para a Construção do Conhecimento pela Arte


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Recital de piano na CasaViva

cartaz recital filme31_01

Janeiro na CasaViva termina com um recital de piano de Ana Kennerly:
. Suíte Francesa Nº 2 em Dó menor, BWV 813 de J.S.Bach 
. 1º andamento da Sonata No. 13 em Dó bemol maior, K. 333 Mozart 
e algumas surpresas…

e um Filme:
A little nightmare Music [59’] 2008
de Riso Garantido com Igudesman&Joo

e Vinho Quente para aquecer as pessoas que se esqueceram da mantinha!

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Festival feminista

CasaViva, sábado, 25 janeiro 16h00 entrada livre

NAO E NAO
Atividades permanentes:
Exposição “Mulheres” da Bixu
Instalação artística da Mescla
Banca de Fanzines, patches e Cds
Artes várias feministas
Petiscos e bebidas
Sala Museu com projeção de videos

Atividades com horário definido:
17h30 Debate “Amor Romântico Vs Amor livre”
19h00 Teatro: “Máquina reprodutora, borralheira, princesa e secretária tiram férias e roem a corda” com Daniela Gama, Diana Dionísio e Susana Baeta.
20h30 Concerto performance “Vehículo matéria flecha e voz” + Exposição da Sem Forma Fabiola
21h00 Jantar
21h30 Concerto do Corisco

Organiza Coletivo Feminista Bala Roxa


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Cinema e mulheres: Hannah Arendt

filme H_Arendt

Na CasaViva, segunda-feira, 20 de Janeiro às 21h30

Hannah Arendt, de Margarethe von Trotta [109′]
2002 Inglês com legendas em Português
Um filme. Duas mulheres. Duas mulheres de um mesmo espaço geográfico: Alemanha. Duas mulheres de tempos diferentes. Duas mulheres de duas gerações. Dois aspectos que só por si problematizam questões de género, de poder e de política. Tendo em conta uma questão subjacente, mas premente em todo o filme, que podemos resumir nestas palavras de Heidegger (1954) «(…) ainda não começámos a pensar». É isso mesmo a proposta de von Trotta e de Hannah Arendt, i.e., sim, já começámos a pensar!
Dois conceitos. Primeiro: a natureza do mal não é radical, é extrema e, segundo, antes de qualquer pertença «local» ou «íntima», o que nos pertence a todos é a nossa humanidade partilhada. Vindo de duas mulheres de tempos diferentes, ainda são dois conceitos dificilmente percebidos num mundo assente num maniqueísmo insistente, persistente, imponente e poderosamente masculino!
A história, antes de ser a vida de Hannah Arendt, como o título do filme sugere, que obviamente não se resume ao momento do julgamento de Eichman em Jerusalém, conta a história de um pensamento de uma mulher amante de, e amada por, Heidegger, companheira e esposa de Günther Stern (aka Günther Anders), amiga de Walter Benjamin, contemporânea de grandes pensadores, e diz-nos: «Sim, já começámos a pensar!», mexendo na dolorosa ferida dos enganos e desilusões perpetuados pelo mundo ocidental.

Trailer: http://youtu.be/HHzVOBMMGqc


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Ciclo de cinema na CasaViva: “Cinema e Mulheres”

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“As Horas” (2002), de Stephen Daldry, 1h50, drama, inglês com legendas em português. Uma longa metragem anglo-americana com base no livro homónimo de Michael Cunningham, constituindo uma homenagem ao livro de Virginia Woolf, cujo título inicial era precisamente «as horas», mas que ficou para a história da literatura como “Mrs Dalloway”.

Em 1941 Virginia Woolf sai de casa, enche os bolsos de pedras e entra no rio. Assim é introduzida a história orquestrada em três tempos, três espaços e três mulheres vinculadas a um livro. Em 1923, Virginia Woolf, em Inglaterra, escreve “Mrs. Dalloway”. Nos anos 50, Laura Brown, em Los Angeles, lê “Mrs Dalloway”. No final do século XX, em Nova Iorque, Clarissa Vaughn, tal como Mrs Dalloway, sai de casa para comprar flores.

CasaViva, 2ª, 6 janeiro 21h30 entrada livre